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quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Tubarões tuítam quando vão à praia na Austrália

@ Austrália Ocidental, Comunidade da Austrália

Seguindo a lógica de que tudo que é bom pode ficar ainda melhor se acessar as redes sociais, cientistas da Austrália decidiram colocar no Twitter 320 tubarões que visitam as praias em que mais acontecem acidentes com o peixe no mundo, localizadas na sua costa oeste. Depois de terem colocado canhões de laser em tubarões, aparentemente apenas para realizar o sonho do Dr. Evil, a organização chamada Surf Life Saving Western Australia - SLSWA descobriu um gadget útil de se anexar na barbatana do bicho, e, de quebra, deu desculpa para os adolescentes acessarem o Twitter na beira da praia — para receber atualizações automáticas acerca da aproximação das feras marinhas detectadas nas proximidades. "Mas você nem segue a @SLSWA!"

Os tuítes gerados pelo sistema (não, não são os tubarões que redigem os tuítes, sinto muito) incluem informações como a localização aproximada do tubarão detectado, raça e tamanho, o que é importante para você decidir se precisa mesmo sair da água ou se dá pra encarar.


Pessoalmente, eu teria escolhido o Foursquare... não seria hilário ver um tubarão assumir o posto de "prefeito" da praia? O próximo passo é ensinar os tubarões a acessar eles mesmos as redes sociais (exceto Foodspoting!), quem sabe assim se distraem e pulam alguma refeição. Tenho um primo que ficou dois dias sem comer, até que acabou a bateria do tablet da minha tia; quero só ver quando ele começar a acessar as redes também.



domingo, 15 de dezembro de 2013

Vapor d'água detectado em lua de Júpiter pode ser de um géiser


Europa, mais conhecida como o continente que tenta copiar a arquitetura de Gramado do que uma das 66 luas de Júpiter, pode ter um géiser no pólo sul, a ejetar água líquida proveniente do oceano sob a crosta de gelo que recobre a superfície do satélite, conforme ele se aproxima ou se distancia na sua órbita elíptica em torno do gigante gasoso. Essa é a melhor explicação até o momento para o vapor d'água detectado pelo telescópio Hubble, segundo o engenheiro que trabalhou no espectrógrafo utilizado na detecção.
A observação é a primeira evidência concreta da existência de um oceano líquido sob a superfície do satélite, em que se estima haver mais água do que em todos os oceanos da Terra, e faz da Europa um lugar onde a vida pode ser viável. Me refiro à lua, não sei quanto ao continente - diz que lá tudo é tão caro...
Dados os níveis de oxigênio e hidrogênio detectados, os cientistas estimam que surpreendentes sete toneladas de água são ejetadas por segundo. A força por traz da erupção é enorme: o jato alcança 200 quilômetros de altura, a uma velocidade de 700 metros por segundo - mais de 2500 km/h, três vezes mais rápido do que um avião de passageiros.
Precisava de um jato assim. Meu chuveiro tem uma vazão de 75 ml por minuto a uma velocidade de dois metros por segundo, o que me faz concluir que deve ter alguma fonte de energia escura no ralo do meu banheiro que não deixa a força da gravidade funcionar direito ali.

sábado, 28 de setembro de 2013

Agora até a cerveja vem em sachês: seu acampamento está completo!

Pra quem achava que acampamento não tinha nada a ver com praticidade, chegaram os pacotes de cerveja instantânea! É mais leve para carregar, com a desvantagem vantagem de que ninguém vai poder tomar toda a cerveja antes de se armarem as barracas, e tudo o que você precisa fazer é achar uma fonte de água potável, gaseificá-la e misturar o xarope, que é 50% álcool. Ou você pode atalhar e beber direto do sachê - não é tão saboroso, mas é bem mais efetivo! Exceto se a ideia era de impressionar os amigos com a sua habilidade de mestre-cervejeiro, e não de ser o primeiro a vomitar na fogueira.


Eu sei o que você está pensando: qual era aquele site p0rnô que eu tava procurando? como assim gaseificar a água em um acampamento? E a resposta fica por conta do eco2ACTIVATOR (bicarbonato de potássio e ácido cítrico), a ser misturado à água com a ajuda do Carbonator, o que aumenta um pouco o volume da bagagem e o tamanho do investimento, que é de US$9,95 por quatro sachês de cerveja (quatro pints, eu imagino), mais US$39,95 pelo Carbonator, acompanhado de seis pacotes de eco2ACTIVATOR e mais umas misturinhas pra fazer refrigerante (algo tipo Tang, eu imagino). O sistema foi desenvolvido pela empresa de Pat Tatera, e promete uma cerveja bem razoável ao preço de uma cerveja bem boa.



Se você ficou mais curioso sobre o Carbonator do que sobre a cerveja instantânea, o que é perfeitamente natural (especialmente se você for mulher), aqui você pode conferir o vídeo demonstrativo.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Zona habitável para dois

lores
Para dar inveja àqueles que procuram vestígios de oceanos no planeta vermelho, sonhando com a possibilidade de ter havido vida em dois dos planetas do Sistema Solar, Kepler-62 é orbitada por dois planetas d'água em zona habitável! Se bem que um deles já esteja em uma órbita mais gelada, e teoricamente precisasse de gases do efeito estufa para contar com água em estado líquido, a descoberta é promissora quanto às chances de haver vida inteligente em planetas vizinhos, senão ali, em algum outro sistema planetário da Via Láctea.
"Astrônomos encontraram um sistema planetário assim orbitando a estrela Kepler-62. Dois dos cinco palnetas desse sistema incluem-se na zona habitável – a uma distância da sua estrela que lhes permite receber luz e calor suficientes para teoricamente haver água na sua superfície. Modelos dos pesquisadores do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics sugerem que ambos são planetas de água, suas superfícies completamente cobertas por um oceano global sem terra à vista". (tradução livre).
Ah, peraí... Kepler-62 está a 1200 anos-luz daqui, e os planetas foram descobertos apenas pelo método do trânsito (oscilação no brilho da estrela provocada pelo trânsito do planeta em sua órbita) então... como podem saber? Depois se queixam de serem confundidos com astrólogos...pff... Tá certo, admito que posso ter ficado um pouco desapontado com essa última parte da notícia, porque, segundo os mesmos pesquisadores, isso significaria que a tecnologia necessária para até mesmo perceber a existência do outro planeta habitável no mesmo sistema, supondo que houvesse vida inteligente em algum deles, teria de se desenvolver sem acesso a metalurgia (ou ao menos sem o que, na metalurgia, envolve fogo). E que não seriam discos, mas aquários voadores as luzes no céu do planeta vizinho...
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